Plataforma

Da guia ao parecer — o pipeline por dentro.

Um motor de decisão cercado por recuperação normativa, regras da operadora, validações em múltiplas camadas e critérios regulatórios. Cada etapa é auditável.

Como funciona

Da guia ao parecer, com fundamento.

Um pipeline em volta do motor ARIA. Norma, regras da operadora, evidência e critérios regulatórios entram antes do parecer.

01

Normalização

Cada item da guia é padronizado e estruturado.

02

Recuperação normativa

Rol, DUT e contexto clínico são trazidos para a decisão.

03

Regras da operadora

Contrato, rede, pacotes, carências e fluxos internos entram no contexto.

04

Decisão ARIA

O motor decide cada item com base na norma, na evidência e nas regras aplicáveis.

05

Validações

Camadas clínicas, documentais, contratuais e regulatórias confrontam a decisão.

06

Critérios regulatórios

ANS, ADI 7265, TEA e urgência entram como regras explícitas de contexto.

07

Parecer

Decisão fundamentada e rastreável, pronta para a fila.

Cobertura regulatória

A norma é o contrato, não a opinião.

A ARIA opera dentro do framework regulatório brasileiro e das regras próprias de cada operadora: categorias de cobertura, contrato, rede e critérios explícitos para orientar a decisão.

Cat. 1 — Rol / DUT

Item na DUT atendida: deferido com fundamento direto.

Cat. 2 — Insumo de procedimento

Cobertura por escopo restrito do procedimento ou internação.

Cat. 3 — Bula / off-label

Cinco critérios STF cumulativos; ônus da prova do prescritor.

Cat. 4 — Fora do Rol

Critérios ADI 7265 / STF; decisão extrarrol auditável.

Critérios regulatórios

  • Rol e DUT aplicáveis à solicitação
  • Regras da operadora: contrato, rede, pacotes, carências e fluxos internos
  • ANS e Lei 9.656 nos cenários de cobertura
  • ADI 7265 / STF quando a análise envolve extrarrol
  • Lei 12.764 / TEA e urgência como contexto de proteção

Engenharia

Engenharia de auditoria, não um chatbot.

A decisão não pode depender de uma frase bem escrita. Ela depende de norma recuperada, regra da operadora, evidência confrontada e validação contínua.

01

Motor ARIA com saída estruturada obrigatória — nunca texto livre como decisão.

02

Recuperação normativa por item traz Rol, DUT, contexto clínico e evidência documental para a análise.

03

Regras da operadora como camada própria incorporam contrato, rede, pacotes, carências, limites e fluxos internos sem misturar com a norma regulatória.

04

Validações em múltiplas camadas confrontam DUTs, critérios clínicos, anexos, quantidades, regras da operadora e coerência do parecer.

05

Critérios regulatórios explícitos consideram ANS, ADI 7265, Lei 12.764/TEA, urgência e demais regras aplicáveis.

06

Matriz de risco e amostragem randomizada mantêm verificação contínua dos resultados e alimentam novas regras auditáveis.

Próximo passo

Veja a ARIA sobre as guias da sua operadora.

Uma conversa técnica, com a sua realidade de dados. Sem apresentação genérica.