Agente de Revisão por IA

Auditoria médica com inteligência adaptativa.

A ARIA audita as guias da sua operadora com decisão fundamentada e rastreável — na norma, em escala, e com inteligência de dados para a gestão da rede.

  • mais de 1.000 guias/hora
  • Motor ARIA
  • regras da operadora + validações em múltiplas camadas
ARIA · pipelineSimulação · dados ilustrativos

Guia recebida

GUIA 84•217

4 itens

Procedimento oncológico

TUSS 3•••

análise

Medicação de alto custo

TUSS 9•••

análise

Exame de imagem

TUSS 4•••

análise

Material implantável

OPME

análise

Processamento

01 / 07
Itens da guia padronizados e estruturados.
  1. Normalização: Itens da guia padronizados e estruturados.
  2. Recuperação normativa: Rol, DUT e contexto clínico entram na análise.
  3. Regras da operadora: Contratos, rede e regras internas entram no contexto.
  4. Decisão ARIA: O motor ARIA decide cada item com fundamento.
  5. Validações: Camadas clínicas, documentais e regulatórias conferem o parecer.
  6. Critérios regulatórios: ANS, ADI 7265, Lei TEA e urgência entram na checagem.
  7. Parecer: Decisão fundamentada e rastreável, pronta para a fila.

O contexto

Cada guia é uma decisão de risco.

Antes da tecnologia, o problema. A auditoria de uma operadora vive sob quatro pressões simultâneas — e todas têm preço.

01

Volume e fila

Dezenas de milhares de guias por mês. Cada dia parado é custo e exposição.

02

Sinistralidade

Medicamentos de alto custo e OPME pressionam o resultado mês a mês.

03

Risco regulatório

ANS, Rol, DUT, ADI 7265. Negar mal custa tanto quanto autorizar mal.

04

Decisão não rastreável

Sem fundamentação consistente, a auditoria não se sustenta em revisão.

Resultado em produção

Resultado em produção, não em slide.

Números de operação real, não de laboratório. A auditoria estrutura decisões em escala e transforma cada guia em sinal para gestão da rede.

+200 mil/mês

Guias auditadas/mês

capacidade operacional agregada

≈ 95%

Automação

fluxo operacional automatizado

Matriz de risco

contínua

Amostragem randomizada e revisão recorrente dos resultados.

Indicadores apresentados em nível agregado, sem identificação de cliente, prestador, beneficiário, medicamento ou estratégia específica.

Engenharia

Engenharia de auditoria, não um chatbot.

A decisão não pode depender de uma frase bem escrita. Ela depende de norma recuperada, regra da operadora, evidência confrontada e validação contínua.

01

Motor ARIA com saída estruturada obrigatória — nunca texto livre como decisão.

02

Recuperação normativa por item traz Rol, DUT, contexto clínico e evidência documental para a análise.

03

Regras da operadora como camada própria incorporam contrato, rede, pacotes, carências, limites e fluxos internos sem misturar com a norma regulatória.

04

Validações em múltiplas camadas confrontam DUTs, critérios clínicos, anexos, quantidades, regras da operadora e coerência do parecer.

05

Critérios regulatórios explícitos consideram ANS, ADI 7265, Lei 12.764/TEA, urgência e demais regras aplicáveis.

06

Matriz de risco e amostragem randomizada mantêm verificação contínua dos resultados e alimentam novas regras auditáveis.

Próximo passo

Veja a ARIA sobre as guias da sua operadora.

Uma conversa técnica, com a sua realidade de dados. Sem apresentação genérica.